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Cáritas: encontro celebrativo marcou o lançamento da campanha “Compartilhe a viagem”

Cáritas: encontro celebrativo marcou o lançamento da campanha “Compartilhe a viagem”

No dia 27 de setembro, o papa Francisco lançou para o mundo a Campanha da Cáritas Internacional “Compartilhe a viagem”, sobre imigração e refúgio. A Cáritas Arquidiocesana de Porto Velho promoveu também na noite do dia 27, o lançamento da Campanha no Centro de Pastoral com uma Celebração. Estiveram presente padres, religiosas e representantes de movimentos e pastorais sociais da arquidiocese. O objetivo desta campanha é promover a cultura do encontro nas comunidades em que os imigrantes e refugiados circulam, para as quais viajam ou decidem criar raízes. Mais sobre a campanha: Na carta já divulgada, o presidente da Caritas Internacionalis, cardeal Luis Antônio Tagle, explica que por meio da campanha a Cáritas quer contribuir para que a sociedade compreenda as razões que levam tantas pessoas a deixar a própria casa, o país de origem, neste momento da história. Ainda sobre as motivações da campanha, o cardeal Tagle destacou: “Também queremos inspirar as comunidades a estabelecer relações com os refugiados e imigrantes. A imigração é uma história muito antiga, mas nossa campanha tem o objetivo de ajudar as comunidades a enxergá-la com novos olhos e com um coração aberto”. O presidente da Cáritas Internacionalis lembra, ainda na carta, a encíclica Laudato Si, do papa Francisco, e destaca suas palavras: “Basta um bom homem para que haja esperança!”, e continua: “Imaginemos nós, que somos não só uma pessoa, mas uma organização”. Leia a Carta do Cardeal Tagle: Compartilhando a viagem – Carta do cardeal Tagle   Fonte: PASCOM Arquidiocese de Porto Velho
Cimi: povo Karipuna vive iminência de genocídio em Rondônia

Cimi: povo Karipuna vive iminência de genocídio em Rondônia

A Terra Indígena (TI) Karipuna, localizada nos municípios de Porto Velho e Nova Mamoré, com 153 mil hectares, homologada em 1998, fica no centro de uma região onde é grande e crescente a pressão sobre a floresta. Mal comparando, poderia se dizer que a TI estaria no olho de um furacão, devido à pressão de madeireiros, pescadores e grileiros que estão adentrando na mesma em  todos os seus quadrantes. Ultimamente, a ocorrência de loteamentos aumentou a preocupação dos indígenas. O procurador do Ministério Público Daniel Azevedo Lobo, que desde o início deste ano passou a acompanhar a difícil situação da etnia, considera a situação dos Karipuna como de extrema vulnerabilidade. “Eu acho que se pode falar em uma pretensão de genocídio do povo Karipuna, com o objetivo de invadir a TI, tirar os índios e ocupar a área. Para mim pode não ser um genocídio propriamente pela Lei Penal, mas é uma forma de genocídio do ponto de vista de direitos humanos. E também não afastamos a possibilidade de um genocídio do ponto de vista da lei penal, porque estas pessoas madeireiros e grileiros têm armas e muitas vezes são violentas. Então, pode haver genocídio, morte, violência”. Leia a matéria completa no site do Cimi. Fonte: Ana Aranda, Especial para o Cimi Regional Rondônia​​​​