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Pastoral da Educação: nota sobre a militarização das escolas públicas em Rondônia

Pastoral da Educação: nota sobre a militarização das escolas públicas em Rondônia

NOTA SOBRE A MILITARIZAÇÃO DAS ESCOLAS PÚBLICAS   “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8,32).   A Pastoral da Educação da Arquidiocese de Porto Velho considera de suma importância a Audiência Pública promovida pela Assembleia Legislativa para tratar da militarização das escolas estaduais de Rondônia, e, no desejo de contribuir para uma melhor compreensão do assunto, manifesta o seu posicionamento.   Em consonância com a Constituição Federal, entendemos que a educação é um dos principais meios para a construção de uma sociedade justa. Neste sentido, destacamos alguns objetivos fundamentais: o compromisso de garantir a inclusão e a equidade para derrotar as várias formas de marginalização e exclusão social; garantir a qualidade da educação, o que inclui a adoção de medidas para proporcionar segurança no ambiente escolar e no seu entorno, bem como a adoção dos meios mais eficazes para assegurar a melhora da aprendizagem e, finalmente, promover formas de aprendizagem que possam ser reinventadas ao longo de toda a vida, assegurando-se, assim, a autonomia e a criatividade dos educandos.   Sustentamos que, para atingir estas finalidades, a escola pública deve 1) acolher a pluralidade, conforme previsto no sistema educacional brasileiro, não podendo um único modelo, como o da militarização, ser adotado ostensivamente; 2) em sintonia com o ideal da democracia, mudanças no sistema educacional ou no modelo de determinada escola devem ser discutidas com a população, sobretudo com a comunidade atingida, e 3) a escola deve ser pensada e gerida não por militares, mas por educadores, com a participação da sociedade.   Reiteramos o nosso compromisso com uma educação ancorada nos valores da justiça social, da verdade e da liberdade e o nosso propósito de continuar empenhando os nossos humildes esforços em vista de um sistema educacional de qualidade e para todos.   Porto Velho, 14 de agosto de 2017.     Odete Alice Marão Coordenadora
Articulação do Grito dos/as Excluídos/as realiza “Oficina de Participação Popular” em Candeias do Jamari

Articulação do Grito dos/as Excluídos/as realiza “Oficina de Participação Popular” em Candeias do Jamari

Com o desdobramento das Rodas de Conversas ocorridas em Candeias do Jamari, na área urbana e rural, aconteceu neste domingo, 06 de agosto, na Comunidade Sagrado Coração de Jesus, a Oficina de Participação Popular.   A atividade contou com a participação de 21 pessoas, entre crianças e adultos, e teve como principal objetivo a preparação do Ato Público: "Por direitos e democracia, a luta é todo dia", agendado para o dia 13 de setembro, que se insere no Pós-Grito.   O Ato contará com a participação de representantes do PAF (Projeto de Assentamento Florestal) Jequitibá e Vila Nova Samuel, que trarão suas reivindicações. Eles apontam a situação das estradas e a precariedade da saúde e educação como principais demandas. Um documento de pedido de providências será elaborado para ser entregue às autoridades públicas e organizações da sociedade civil.   A segunda etapa da Oficina de Participação Popular ficou agendada para o dia 15 agosto  às 19h na Comunidade Sagrado Coração de Jesus.   Fonte: Emanuel Meirelles/Articulação do Grito dos Excluídos de Porto Velho