A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promoveu, de 20 a 24 de julho, na Casa Dom Luciano, em Brasília (DF), o Encontro Nacional de Coordenadores Diocesanos de Pastoral 2026. A iniciativa reuniu representantes das Igrejas locais de todo o país para refletir sobre a recepção das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE) 2026–2032 e a implementação da sinodalidade.


A Coordenação de Pastoral da Arquidiocese de Porto Velho esteve representada pelo Pe. André Luiz, e pelo Pe. João Paulo, pároco da Paróquia São José, de Monte Negro. A participação de ambos fortaleceu o processo de elaboração do Plano Arquidiocesano de Pastoral 2026–2032, que está sendo construído em sintonia com as novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e com o compromisso de fortalecer uma Igreja cada vez mais sinodal.

Com o trecho da oração inicial, “Aqui estamos para refletir nossa caminhada, enquanto servidores de nossas Igrejas Locais”, o encontro contou com momentos de oração, formação, reflexão e trabalhos em grupo, tendo como foco as novas Diretrizes, o Documento Final do Sínodo e os desafios da ação evangelizadora.
Na abertura, o subsecretário adjunto de Pastoral da CNBB, Pe. Tiago Ávila de Camargo, ressaltou que as novas Diretrizes precisavam ser traduzidas para as diferentes realidades eclesiais, destacando o papel dos coordenadores de pastoral nesse processo. Em seguida, o secretário-geral da CNBB, Dom Ricardo Hoepers, enfatizou que as Diretrizes são fruto de um amplo caminho sinodal de escuta, discernimento e participação, e que sua recepção depende do compromisso das Igrejas.

Entre os destaques da programação esteve a reflexão de Dom Leomar Antônio Brustolin, arcebispo de Santa Maria (RS) e coordenador da equipe de redação das DGAE 2026–2032. Ao abordar a Conversão das Relações, destacou que a principal novidade das Diretrizes está na passagem de uma Igreja centrada apenas no fazer para uma Igreja que prioriza o ser, fortalecendo relações de comunhão, corresponsabilidade, participação e missão. Segundo o arcebispo, é dessa forma que a Igreja no Brasil acolhe os frutos do Sínodo sobre a Sinodalidade.

Ao longo da semana, os participantes aprofundaram os capítulos das Diretrizes por meio de conferências e da metodologia da Conversa Espiritual, refletindo sobre a conversão das relações, dos processos e dos vínculos, além de temas como a missionariedade da Igreja, o planejamento pastoral e os desafios contemporâneos.

Fonte: CNBB
Fotos: Fiama Tonhá – CNBB
Por: Assessoria de Comunicação – Arquidiocese de Porto Velho