No dia 5 de outubro de 2026, a Cúria Arquidiocesana de Porto Velho acolheu uma reunião entre Dom Roque Paloschi, Arcebispo de Porto Velho, e representantes da Congregação das Missionárias de Jesus Crucificado: Ir. Nilda Ramos de Oliveira, da Equipe Provincial da Região Dom Barreto; Ir. Maria do Socorro dos Santos Silva e Ir. Francisca Marques.
Entre os principais assuntos tratados esteve a comunicação, por parte da Congregação, sobre a saída das Irmãs que atualmente realizam sua missão na Arquidiocese, prevista para 18 de dezembro de 2026, bem como sobre o recesso da presença missionária da Congregação na Arquidiocese de Porto Velho, por tempo indeterminado.

Durante o encontro, a Congregação manifestou o desejo de manter sua presença no chão amazônico, reconhecendo Porto Velho como um espaço significativo para a vivência de seu carisma: “Ir em busca dos mais necessitados”.
Nesse contexto, foi partilhada a possibilidade de, futuramente, a Congregação enviar a Porto Velho um grupo de Irmãs Junioristas, acompanhado por Irmãs de votos perpétuos, para uma nova experiência missionária em uma das periferias da cidade. A proposta ainda está em processo de discernimento e poderá representar uma nova configuração da presença da Congregação na realidade amazônica.

A reunião aconteceu em um clima fraterno e de abertura, marcado pela partilha de experiências, pela escuta e pela reflexão sobre as preocupações e esperanças relacionadas aos processos formativos da juventude, à vida consagrada e aos desafios que a realidade amazônica apresenta à missão.

Ao final, permaneceu um sentimento de gratidão pela missão realizada na Igreja de Porto Velho, esperança diante dos novos caminhos e confiança na ação de Deus. O momento foi compreendido não necessariamente como um ponto final, mas como uma pausa que poderá abrir novas possibilidades para a presença missionária da Congregação.
A expectativa é de que, no futuro, as Missionárias de Jesus Crucificado possam novamente se fazer presentes na Arquidiocese e continuar contribuindo com sua missão neste chão amazônico, onde tantas pessoas clamam por presença, cuidado, escuta e esperança.

Por: Ir. Nilda Ramos de Oliveira / Assessoria de Comunicação – Arquidiocese de Porto Velho