A Arquidiocese de Porto Velho dará início, neste mês de maio, às Visitas Sinodais do Arcebispo Arquidiocesano Dom Roque Paloschi, como parte da fase de implementação do Sínodo na Igreja local. Inspiradas pelo caminho proposto pela XVI Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, as visitas têm como objetivo fortalecer a comunhão, a participação e a missão nas comunidades arquidiocesanas.
A iniciativa está em sintonia com a Carta aos Bispos N. 260014, da Secretaria Generalis Synodi, publicada no Vaticano em 28 de janeiro de 2026, que destaca:
“Em particular, ao longo de 2026, será importante: prosseguir e reforçar os percursos de implementação já iniciados; apoiar o trabalho da equipe sinodal e dos organismos de participação; favorecer experiências concretas de prática sinodal integradas na pastoral ordinária; e começar a colher progressivamente os frutos do caminho percorrido”.
Com o tema “Caminhando Juntos: Comunhão, Participação e Missão”, as visitas buscam promover momentos de escuta, oração, partilha e discernimento pastoral junto às paróquias, áreas missionárias e comunidades mais distantes da Arquidiocese. Segundo o material preparatório apresentado pela Coordenação Arquidiocesana de Pastoral, a proposta é fortalecer uma Igreja cada vez mais participativa, missionária e comprometida com a escuta do Povo de Deus.
A programação das visitas prevê momentos de acolhida ao arcebispo, oração comunitária, apresentação do Conselho Pastoral Paroquial (CPP), escuta sinodal das comunidades, palavra pastoral e celebração da Eucaristia, reafirmando a centralidade da missão evangelizadora da Igreja.
O roteiro das visitas reforça que o processo sinodal deve ser vivido como uma experiência espiritual e eclesial, e não apenas administrativa. O documento preparatório destaca: “Não se trata de burocracia, mas de espiritualidade; é indispensável que haja a Eucaristia.”
A celebração eucarística será o centro de cada visita, fortalecendo a comunhão, a escuta e a missão das comunidades na caminhada sinodal da Igreja.
A Arquidiocese reforça que este processo seja vivido como um caminho de escuta, comunhão e renovação missionária, produzindo frutos de participação e esperança para toda a Igreja Particular de Porto Velho, por intercessão de Maria Auxiliadora.
Por: Daiane Sales – Assessoria de Comunicação