Gratidão aos catequistas: mãos que semeiam a esperança no coração da Amazônia
Neste 5º e último domingo do mês vocacional — um presente raro que este ano de 2025 nos oferece — voltamos o olhar com carinho e profunda gratidão neste Dia Nacional do Catequista para esta tão necessária: a vocação dos catequistas.
A Igreja do Brasil, especialmente em terras amazônicas como a nossa Arquidiocese de Porto Velho, é sustentada por estes homens e mulheres que, com generosidade e fé, se dedicam a anunciar a Palavra e a formar discípulos de Jesus.
Nas comunidades distantes, nas beiras de rio, nos bairros das periferias, nas escolas e casas, os catequistas são presença da Igreja viva, presença da esperança. São eles e elas que, com simplicidade e coragem, evangelizam com a vida, ensinam a doutrina, preparam para os sacramentos e caminham junto às famílias, ajudando a construir uma fé encarnada, alegre e missionária.
Neste mês vocacional, sob o lema “Peregrinos porque chamados”, reconhecemos que os catequistas são peregrinos da Palavra — carregam nos ombros a missão de ensinar e nos corações a certeza de que Deus caminha conosco.
Em um tempo marcado por tantos desafios culturais e sociais, são semeadores de esperança, muitas vezes semeando em terrenos difíceis, mas confiantes na ação do Espírito Santo.
Agradecemos a cada catequista por seu sim silencioso, por seu tempo doado, por sua fidelidade mesmo sem aplausos. E pedimos que nunca lhes falte ânimo, formação e apoio comunitário.
Que o Senhor continue derramando sobre cada um e cada uma de vocês, o dom da sabedoria, do amor e da perseverança. Que Maria, Mãe e Mestra dos discípulos missionários, os proteja e acompanhe sempre neste caminho de fé e serviço.
Dom Roque Paloschi
Bispo da Igreja que está em Porto Velho